- Fazer os direitos chegarem à vida das pessoas, para além do que está apenas no papel.
- Dar atenção às mulheres, pessoas com deficiência e famílias atípicas.
- Fortalecer entidades do Terceiro Setor que acolhem, orientam e atuam onde o poder público ainda não alcança.
Escutar quem vive o problema, entender onde está a barreira, identificar o instrumento possível e acompanhar cada encaminhamento.
Quando houver resposta, ela precisa voltar para quem participou da construção.
Fiscalizar políticas públicas, identificar barreiras, propor aperfeiçoamentos legais e articular Estado, municípios, instituições e Terceiro Setor.